domingo, 31 de março de 2013

Torcida do Bangu pede melhorias em Moça Bonita

"Faixa de protesto é pendurada lembrando que o Rio de Janeiro agora não conta com o Engenhão em função de problemas estruturais."

Sem o Engenhão por tempo indeterminado, os clubes do Rio de Janeiro procuram novas casas para jogar. Moça Bonita, estádio do Bangu, é uma das opções. No entanto, apesar das condições do gramado estarem excelentes, o estádio é pouco utilizado por não ter refletores. Com isso, apenas jogos no horário das 16h podem ser realizados. Ciente dos problemas, uma faixa foi pendurada na arquibancada na tarde deste sábado cobrando melhorias no estádio, que serve de palco para Fluminense e Boavista e no domingo vai receber Flamengo e Audax.

Não foi só a torcida que pediu melhorias. O técnico Abel Braga fez o mesmo pedido para a diretoria tricolor pensando em mandar jogos do Fluminense no local durante o Campeonato Brasileiro. O Engenhão foi fechado pela Prefeitura do Rio de Janeiro nesta semana em função de problemas estruturais. O local não oferecia segurança para os torcedores já que a cobertura estava sob risco.

sábado, 30 de março de 2013

Flu supera chuva, gramado e o Boavista: 2 a 0

Fluminense x Boavista se enfrentaram na tarde desde sábado em Moça Bonita, pela 4ª rodada da Taça Rio. O Tricolor conseguiu uma vitória tranquila, apesar do gramado pesado, devido a forte chuva. Jean e Rafael Sóbis marcaram os gols da vitória. O artilheiro Fred, voltou a campo, depois de estar servindo a Seleção Brasileira. Na próxima rodada, o Flu enfrenta o Resende, enquanto o Boavista pega o Bangu, ambos os jogos no sábado.

Jean manda coração para a torcida

Rafael Sóbis marcou o segundo gol da partida

O primeiro tempo começou morno, prejudicado com o estado do gramado, o Fluminense não conseguia se impor diante do Boavista. Marcos Júnior e Rhayner, que são jogadores lisos, rápidos não conseguiam criar  jogadas de velocidade pelos lados do campo. Os laterais, Bruno e Carlinhos, pouco atacavam. Com isso o Boavista se aventurava ao ataque, com bom toque de bola. Ameaçou o gol de Cavalieri aos 18 minutos, em uma forte chute de Erick Flores. Veio a parada técnica, aos 20, com o Boavista melhor, o técnico Abel Braga tentou na base da conversa, ajustar o time. Não adiantou, o Boavista continuou melhor e chegando com perigo, principalmente pelo lado direito, com o Thiaguinho e Everton Silva. Aos 34 minutos, novamente pelo lado direito, o Everton Silva invadiu a área mas acabou finalizando fraco. O Fluminense só foi chegar ao gol no primeiro tempo, aos 40, em uma cobrança de falta de Jean, a bola acabou resvalando no zagueiro Gustavo e indo para o goleiro Vinícius. Fim de primeiro tempo.

Na volta para o intervalo, o técnico Abel Braga sacou o atacante Marcos Júnior e colocou o Rafael Sóbis. Logo na saída de bola, uma jogada ensaiada: Jean lançou Gum na esquerda, o zagueiro escorou de cabeça para Rafael Sóbis, que acabou sofrendo a falta na entrada da área. Jean cobrou, a bola desviou em Tony e acabou entrando, 1 a 0 no primeiro minuto. O jogo ficou mais corrido, o Boavista, que começou praticamente o segundo tempo perdendo, tinha que correr atrás do empate. Com o passar do tempo, a chuva foi apertando e atrapalhando ainda mais o futebol em Moça Bonita. Com a partida já administrada, o técnico tricolor colocou o meia Deco na vaga de Wagner, já cansado. Um dos destaques do segundo tempo foi o atacante Rhayner, correu muito em campo, colocando o pé em todas as divididas, mesmo com o estado do gramado. O segundo gol tricolor saiu dos pés dele. O zagueiro Gustavo tentou sair jogando, mas acabou chutando em cima do atacante. A bola sobrou para Fred que rolou para Rafael Sóbis, garantir a vitória tricolor em Moça Bonita, 2 a 0.




FICHA TÉCNICA 
FLUMINENSE 2 X 0 BOAVISTA 

Local: Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ) 
Data: 30 de março de 2013, sábado 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: João Batista de Arruda
Assistentes: Ediney Mascarenhas e Marcos Nascimento 

Cartões amarelos: Gum (Fluminene); Erick Flores, Julio Cesar, Tony e Thiaguinho (Boavista)
Gols: FLUMINENSE: Jean, a 1min do segundo tempo; Rafael Sóbis, aos 35min do segundo tempo 

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner (Deco) e Rhayner (Monzón); Fred e Marcos Júnior (Rafael Sóbis) 
Técnico: Abel Braga 

BOAVISTA: Vinicius; Everton Silva, Gustavo, Bruno Costa e Romarinho (Túlio Souza); Pedroso, Thiaguinho, Julio Cesar e Erick Flores (Léo Faria); Tony e Gilcimar 
Técnico: Lucho Nizzo

quinta-feira, 28 de março de 2013

Com gol no final, Flamengo vira o jogo contra o Bangu

Na noite da última quarta-feira, o Flamengo foi até Volta Redonda enfrentar o Bangu. O Rubro-Negro que buscava a primeira vitória na Taça Rio tomou um susto do Alvi-rubro suburbano logo no começo do jogo com o gol marcado aos 3 minutos, mas no segundo tempo o Mengão conseguiu a virada e o primeiro triunfo sob o comando de Jorginho.

O jogo começou e logo no primeiro ataque banguense a equipe marcou o gol! Após rápida jogada de Hugo pelo lado direito, o jogador cruzou rasteiro para  a área e o atacante Sérgio Júnior praticamente sem marcação fazer o gol do time de Moça Bonita. 

Sérgio Júnior comemora o gol marcado


Após o gol tomado, o Flamengo então partiu para o ataque e quase empatou o jogo com Rafinha, que deu uma arrancada pelo meio da zaga Alvi-rubra, mas chutou para fora.
O Bangu respondeu também com velocidade, bom lançamento que pego a zaga do Flamengo toda desarrumada para a Hugo, o jogador avançou rápido com a bola, mas acabou adiantando demais e o goleiro Felipe saiu nos pés do atacante e fez a defesa.

Pouco tempo depois o Flamengo teve uma grande chance de empatar, após bobeada da zaga do Bangu, Rafinha recuperou a bola e passou para Gabriel praticamente livre chutar para fora uma das melhores chances do time da Gávea. O Rubro-negro ainda chegou a marcar um gol com Hernane pegando o rebote, mas a arbitragem marcou impedimento. 
E sob pressão do Flamengo, assim terminou o primeiro tempo.

No segundo tempo, Jorginho fez modificações no Flamengo que surtiram efeito, como a entrada de Renato e Rodolfo nos lugares de Luiz Antônio e Carlos Eduardo o Rubro-negro seguiu no ataque e criando perigo, pelo lado direito Elias cruzou, a bola pegou um efeito diferente e ia em direção ao gol, mas o Getúlio Vargas fez grande defesa. O Flamengo seguiu pressionando o Alvi-rubro e aos 21 minutos chegou ao empate num chutaço no ângulo de Rodolfo da entrada da área!


Rodolfo comemora o golaço do Flamengo

O Flamengo teve o domínio de todo o segundo tempo, atacando e criando chances de gol, como quando Renato ficou com a sobra de bola dentro da área, mas bateu por cima. Logo depois Rafinha fez uma bela jogada pelo lado direito, levando três marcadores do Bangu e passou para Nixon sozinho chutar por cima do gol. Até que aos 41 minutos, em cobrança de falta para área de João Paulo e o lateral-esquerdo Ives do Bangu desviou e marcou um gol contra.


Jogadores do Flamengo comemoram o gol da virada

O Flamengo chegou a primeira vitória sob o comando de Jorginho e agora soma 4 pontos no grupo A mantendo a esperança viva para a classificação na Taça Rio.




Ficha Técnica:

Bangu 1×2 Flamengo – Taça Rio, 3ª rodada – 27/03/2013 às 22h
Estádio Raulino de Oliveira (Volta Redonda – RJ)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés e Andréa Isaura Maffra Marcelino de Sá

Bangu: Getúlio Vargas; Celsinho (Gustavo – intervalo), Raphael Azevedo, Carlos Renan e Bruno Santos; Ives, André Barreto, Mayaro (Willen 42′/2ºT) e Eudes (Nil 29′/2ºT); Hugo e Sérgio Júnior. Técnico: Cleimar Rocha.

Flamengo: Felipe, Luiz Antônio (Renato Abreu – intervalo), Walace, Alex Silva e João Paulo; Amaral, Gabriel, Elias e Carlos Eduardo (Rodolfo – intervalo); Rafinha e Hernane (Nixon 23′/2ºT). Técnico: Jorginho.

Cartões amarelos: Gustavo, Getúlio Vargas, Ives (BAN); Luiz Antônio, Renato Abreu, Nixon (FLA)

Gols: Sergio Junior 3′/1ºT (1-0); Rodolfo 21′/2ºT (1-1), Ives (contra) 42′/2ºT (1-2)

Público: 1.222 pagantes (1.660 presentes)
Renda: R$ 23.630,00

Na estreia de Autuori, Vasco empata com Olaria

Ontem à tarde, Vasco e Olaria se enfrentaram em Moça Bonita pela 3ª rodada da Taça Rio. De técnico novo, o time cruz-maltino jogou mal e ficou no 0 a 0, saindo de campo recebendo muitas vaias da torcida. Já são quatro partidas sem marcar gol e a penúltima posição na classificação.

Eder Luis perdeu gol incrível

Paulo Autuori  fez três modificações no time titular

Paulo Autuori, um técnico de um currículo respeitado, terá pela frente a difícil missão de comandar esse fraco time do Vasco. Com muitos erros de passe, de finalizações, pouca qualidade técnica, enfim, são inúmeros fatores, que fazem com que o time vive essa crise. Em sua estreia, o novo treinador promoveu as seguintes alterações: as voltas de Felipe Bastos e do lateral Thiago Feltri. O jogo foi tão abaixo do esperado, que o lance mais bonito do jogo foi um chapéu que o volante Sandro Silva aplicou no adversário aos 32 minutos da etapa inicial. Só pra não dizer que o primeiro tempo não teve oportunidades de gol, o Olaria levou perigo duas vezes, uma aos 33 minutos quando Erick Santos corta Renato Silva e chuta forte para uma boa defesa do Alessandro; e a outra aos 45 com o Zé Carlos chutando por cima. Fim de primeiro tempo.

No segundo tempo, o Vasco parecia ter mudado a forma de jogar, conseguindo criar a sua primeira e única chance clara de gol. Aos 4 minutos, Carlos Alberto recebe passe de Tenório, o meia tocou para o Eder Luis na risca da pequena área e mandar a bola no travessão, perdendo um gol inacreditável  Um gol que daria tranquilidade a equipe cruz-maltina. O Olaria respondeu aos 7 minutos, em uma cobrança de falta, Victor Lemos solta uma bomba e Alessandro dá rebote, na volta Renato Silva divide com o Zé Carlos, por pouco ano saiu o primeiro gol da partida. O técnico Paulo Autuori promoveu as entradas de Elsinho e Darkson, nas vagas de Thiago Feltri e Felipe Bastos, respectivamente. As mudanças de nada adiantaram, Elsinho pelo lado direito ainda fez uma jogada bonita, mas nada que oferecesse perigo ao gol do Olaria. Fim de jogo em Moça Bonita.





FICHA TÉCNICA 
OLARIA 0 X 0 VASCO
Local: Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ) 
Data: 27 de março de 2013, quarta-feira 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Wagner Santos (RJ) e Jackson dos Santos (RJ) 

Cartões amarelos: Rafael, Assis, Victor, Leandrão e Erick (Olaria); Nei, Dedé, Carlos Alberto, Dakson e Fellipe Bastos (Vasco)
OLARIA: Moreno, Lucas, Erick Daltro (Ivan), Cleberson, Rafael; Assis, Mehmet Aurélio e Zé Carlos (Waldir); Erick (Lenine), Leandrão e Victor 
Técnico: Luiz Antônio
VASCO: Alessandro, Nei, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Elsinho); Sandro Silva, Wendel (Pedro Ken), Fellipe Bastos (Dakson) e Carlos Alberto; Eder Luis e Romário 
Técnico: Paulo Autuori

quarta-feira, 27 de março de 2013

Michael dá show e Fluminense derrota Macaé de virada por 3 a 1

Fluminense e Macaé se enfrentaram pela 3ª rodada da Taça Rio em São Januário e o Tricolor venceu com tranquilidade por 3 a 1. O zagueiro Douglas Assis do Macaé abriu o placar e o atacante Michael, em noite iluminada, marcou os três gols para o Fluminense. O técnico Abel Braga surpreendeu ao barrar Deco, deixando o meia no banco de reservas. Ainda teve tempo do atacante Rhayner, mais uma vez,  desperdiçar um pênalti, chutando a bola por cima do gol e completando 81 jogos sem marcar.

Michael (à direita), em noite inspirada, comemora seu gol 

Rhayner no momento da cobrança

Rhayner perde a cobrança e jejum permanece

O primeiro tempo começou morno, com o Fluminense tendo um domínio maior de posse de bola mas não conseguindo se infiltrar na defesa adversária. Foi então, aos 15 minutos, em um erro de passe de Jean no meio campo, acabou proporcionando a puxada de contra-ataque do Macaé. Norton ajeita para o zagueiro Douglas Assis acertar o ângulo de Diego Cavalieri fazendo 1 a 0. Depois do gol tomado, parecia que o jogo seria aquele trauma que a torcida tricolor conhece. Foi então que começou a brilhar a estrela do jovem atacante Michael. Aos 23 minutos, o atacante rouba a bola e parte em velocidade em direção ao gol, tocando com tranquilidade na saída do goleiro Luís Henrique, empatando o jogo em 1 a 1. Com o Flu animado com o gol de empate, a virada não demorou a sair, aos 26, Jean dá um belo passe para Wagner, que aciona Michael dentro da área, o atacante só escorou fazendo 2 a 1.

O gol da virada deu mais tranquilidade ao Fluminense, que tinha mais domínio do jogo, não deixando a equipe do Macaé criar oportunidades de gol. Com espaços, deu tempo pro Tricolor fazer o terceiro, novamente com o Michael, em um chute forte da entrada da área, fazendo 3 a 1. O atacante que com esses três gols marcados, acabou passando o Fred, que tem dois gols. No segundo tempo, já com a vitória praticamente liquidada, o Macaé parecia ter aceitado a derrota e o Fluminense só no toque de bola criando mais e mais chances de ampliar o marcador. Rhayner logo no inicio teve a sua chance, porém isolou no rebote do chute de Carlinhos. Aos 21, Cavalieri fez uma defesa sensacional em cabeçada de Anderson Costa, impedindo o segundo gol do Macaé. E aos 30 minutos, o lance capital do jogo. Rhayner sofre pênalti e a torcida novamente, pede para que o atacante cobre e tira o seu longo jejum. Cobrou e acabou isolando, ampliando ainda mais a sua sina. Fim de partida e o Flu assume provisoriamente a liderança do Grupo B.




FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 3 X 1 MACAÉ
Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ) 
Data: 27 de março de 2013 (Quarta-feira) 
Horário: 19h30 (de Brasília) 
Público: 703 pagantes
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ) 
Assistentes: Silbert Sisquim (RJ) e Eduardo Couto (RJ) 
Cartão amarelo: Norton (Macaé) 
Gols: FLUMINENSE: Michael aos 23, 26 e 44 minutos do primeiro tempo
MACAÉ: Douglas Assis aos 14 minutos do primeiro tempo
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Wallace), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wágner e Rhayner; Marcos Júnior (Rafael Sóbis) e Michael (Samuel) 
Técnico: Abel Braga
MACAÉ: Luis Henrique; Daniel (Edson), Diego, Douglas Assis e Rodrigo Fernandes; Gedeil, Lenon, Michel, Norton (Jones) e Marco Goiano (Danilo); Anderson Costa
Técnico: Toninho Andrade

segunda-feira, 25 de março de 2013

Com uma arbitragem bastante confusa, Botafogo vence o Madureira por 2 a 1

Na tarde deste domingo, o Botafogo foi até o estádio de Moça Bonita, em Bangu, enfrentar o Madureira. Num jogo de arbitragem bastante confusa com pênalti marcado e desmarcado e a expulsão para lá de esquisita do holandês Seedorf, o time de General Severiano saiu vitoriosos e garantiu a liderança do Grupo B com seis pontos.

​A partida em Madureira começou monótona e assim permaneceu até os 31min, quando um lance polêmico agitou as equipes. Rafael Marques participava de jogada na área quando se enroscou com Fernando e caiu. O árbitro marcou pênalti, que seria cobrado por Seedorf. No entanto, após conversa com o assistente, desfez a decisão por impedimento do camisa 10 botafoguense.

Seedorf estaria impedido no início da jogada que causou a polêmica, e a marcação foi confirmada mesmo com o fato de que a bandeira não havia sido levantada pelo assistente. O Botafogo ficou sem o pênalti e, por reclamação, Marcelo Mattos levou cartão amarelo. Aos 43min, o gol finalmente saiu: Seedorf cruzou e Dória desviou para o fundo das redes, abrindo o placar em Madureira.


Dória comemora o gol com Rafael Marques

No segundo tempo, um vacilo do setor defensivo do Botafogo permitiu o empate do anfitrião, aos 12min. Jean recebeu lançamento e, depois de Bolívar não conseguir o corte, invadiu a área, driblou Jefferson e mandou para o gol vazio. Dez minutos depois, o time de Oswaldo de Oliveira retomou a frente no placar. Rafael Marques dividiu com o goleiro na grande área e, na sobra, Seedorf tocou para o gol vazio.


O árbitro Philip Georg Bennett expulsa Seedorf

Nos acréscimos, o Madureira ainda viu diminuir a chance de empatar ao ter Rodrigo expulso: recebeu cartão vermelho aos 47 minutos, depois de fazer falta dura em Bruno Mendes. Curiosamente, Seedorf teve o mesmo destino: se irritou ao receber um cartão amarelo e deixou o gramado; o árbitro não aprovou a atitude e deu o primeiro cartão vermelho do jogador holandês desde que foi contratado pelo Botafogo.



Ficha Técnica:

Madureira 1 x 2 Botafogo – Taça Rio, 2ª rodada – 24/03/2013

Estádio de Moça Bonita (Rio de Janeiro-RJ)
Árbitro:
Philip Georg Bennett
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Corrêa e Luiz Cláudio Regazone

Madureira: Márcio; Renan, Leozão (Daniel 36′/2°T), Fernando e Gabriel; Gilson, Ramon, Rodrigo Lindoso e Chaparro (Jonatan 25′/2°T); Jean e Derlei (Jairo 4′/2°T). Técnico: Alexandre Gama.

Botafogo: Jefferson; Lucas, Bolívar, Dória e Júlio César; Marcelo Mattos, Gabriel, Fellype Gabriel e Seedorf; Vitinho (Cidinho 19′/2°T) e Rafael Marques (Bruno Mendes 41′/2°T). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Cartões amarelos: Lucas, Marcelo Mattos e Seedorf (BOT)

Cartões vermelhos: Rodrigo Lindoso 46′/2°T (MAD); Seedorf 49′/2°T (BOT)

Gols: Dória 42′/1°T (0-1); Jean 12′/2°T (1-1); Seedorf 22′/2°T (1-2)

Público: 1.721 pagantes (2.422 presentes)
Renda: R$ 37.620,00

domingo, 24 de março de 2013

Flamengo fica no 0 a 0 com o Boa Vista

No sábado à noite, o Flamengo enfrentou o Boa Vista no Engenhão que para variar esteve com um público muito pequeno de apenas 4 mil pessoas. Na estréia do técnico Jorginho, a equipe esteve pouco inspirada e não passou de um empate sem gols nada empolgante contra a equipe de Saquarema.


O estreante Jorginho gritou bastante com o time do Flamengo

O Flamengo começou a partida em ritmo lento, dando passes laterais sem objetividade e com pouco poder de penetração na defesa bem postada do Boa Vista. O Flamengo criou a primeira chance com 8 minutos de jogo, quando Léo Moura passou para Cleber Santana dentro da área e ele bateu por cima do gol. Aos 11 veio a resposta da Região dos Lagos, numa cobrança de falta de Tony, um chute forte que tocou na rede pelo lado de fora, assustando os Rubro-negros.

De forma bem lenta o Flamengo ia tomando a iniciativa da partida, o deixou o jogo bastante desinteressante. Com 15 minutos, o Rubro-negro chega com relativo perigo em cobrança de falta de Elias, a bola desviou na barreira e sobrou para Cleber Santana, que novamente bateu por cima do gol.

Com o artilheiro do time isolado lá na frente, dificilmente o Flamengo conseguia furar a zaga adversária. O atacante Hernane ainda teve uma chance aos 27', num chute cruzado que acabou indo para fora. Aos 32' numa raríssima jogada bem trabalhada do Flamengo, Léo Moura ajeitou para Ibson que bateu firme na bola obrigando o goleiro Vinícius a fazer boa defesa para escanteio. Já no final do primeiro tempo, aos 40' Ibson ainda tentou mais um chute que passou por cima da meta.


Hernane se lamenta após a chance perdida

No segundo tempo, Flamengo fez parecer que voltaria a toda velocidade, logo aos 3 minutos João Paulo arriscou um chute de fora da área, a bola passou raspando a trave! Deixando entalado o grito de gol da torcida do rubro-negra! No entanto os erros voltavam a se repetir e a equipe só assustava de vez em quando. O Flamengo só foi chegar de novo aos 23 minutos, mesmo assim quando Rafinha cruzou e Vinícius se atrapalhou cedendo escanteio. Dois minutos depois, após cobrança de escanteio de Rafinha, Elias cabeceou para fora.

Aos poucos o Flamengo foi intensificando a pressão e as jogadas foram aparecendo, mais na base do desespero do que dos méritos de criação. Aos 29 minutos, Rafinha cruzou, Hernane dominou e chutou para fora.

Nos minutos finais o Flamengo era o reflexo do desespero. O time abusava das jogadas aéreas, porém com os cruzamentos feitos de qualquer maneira. Além disso, levava sorte pelo fato da incapacidade técnica do Boavista não criar perigo para seu sistema defensivo, que ficava exposto com a tática suicida.

As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. O Boavista visita o audax na Rua Bariri, campo do Bangu, no Rio de Janeiro, às 16h (de Brasília). Um pouco mais tarde, às 22h, o Flamengo pega o Bangu no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.







FICHA TÉCNICA
BOAVISTA 0 X 0 FLAMENGO
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ) 
Data: 23 de março de 2013 (Sábado)
Horário: 18h30(de Brasília) 
Árbitro: Péricles Bassols (RJ)
Assistentes: Marcos do Nascimento (RJ) e Carlos Lima Filho (RJ) 
Renda:113.650,00 
Público: 4.171 pagantes 
Cartões amarelos: Léo Faria e Tony (Boavista) e Alex Silva (Flamengo)
BOAVISTA: Vinicius; Leonardo, Bruno Costa, Rômulo e Romarinho; Thiaguinho (Leandro Chaves), Douglas Pedrozo, Bruno Tiago (Max Pardalzinho) e Léo Faria (Júlio César); Tony e Gilcimar
Técnico: 
Lucho Nizzo
FLAMENGO: Felipe; Leonardo Moura, Alex Silva, Wallace e João Paulo; Amaral, Elias, Cléber Santana (Gabriel) e Ibson (Nixon); Rafinha (Adryan) e Hernane
Técnico: Jorginho

sábado, 23 de março de 2013

Flu fica no 0 a 0 diante do Duque de Caxias

Na tarde deste sábado, o Fluminense foi a campo enfrentar o Duque de Caxias em Volta Redonda e não saiu do 0 a 0. O Tricolor sem Fred, Jean , Diego Cavalieri, e Valência convocados por suas seleções, também não contou com Wellington Silva, Thiago Neves e Anderson, ambos no departamento médico. O meia Deco retornou hoje à equipe e teve atuação discreta.


De volta à equipe, Deco teve atuação discreta

Wagner acertou a trave duas vezes, mas não saiu do 0 a 0

No primeiro tempo, o Fluminense começou indo pra cima do Duque e criou a sua primeira oportunidade de gol com o Wellington Nem, após bom passe de Wagner. Com o Duque de Caxias fechado na defesa, praticamente não conseguia sair do meio campo. A melhor chance aconteceu aos 14, após passe de Wagner, Diguinho apareceu como elemento surpresa pela esquerda, só que o volante nem chutou e nem cruzou. Wagner, que teve uma boa atuação, cobrou uma falta no travessão. O Fluminense tinha o total predomínio da partida, e atacava inúmeras vezes, mas a falta de pontaria fez com que o primeiro tempo terminasse 0 a 0.

No segundo tempo, o Duque de Caxias começou melhor, tocando mais a bola, dando mais trabalho ao Fluminense. O Duque em menos de 15 minutos teve duas boas chances de gol. A primeira em um chute de Renan Silva e a outra em um cruzamento de Dudu pela direita, Otávio teve a chance de concluir em gol, mas a zaga tricolor cortou de forma precisa. Preocupado, o técnico Abel Braga colocou a equipe para frente e tirou Edinho e Samuel para as entradas de Rhayner e Sóbis, respectivamente. As substituições não deram o efeito esperado e então o técnico sacou o lateral direito Wallace e pôs o meia Felipe. Só que também não mudou muita coisa. Já cansado, o Flu tentava de qualquer jeito entrar na defesa bem postada do Duque. Teve mais duas chances de abrir o marcador, uma com o Wagner chutando no pé da trave e a outra com o Deco, que passou raspando na trave direita do goleiro Fernando. Nos acréscimos, o técnico Abel Braga foi expulso, por reclamação. Além disso, ainda teve dois pênaltis não marcados, um para cada lado. Pelo lado do Fluminense, quando a bola acabou batendo no braço do defensor e pelo lado do Duque quando o Charles Chad foi empurrado. Muitos gols perdidos, pouco futebol e sem gols em Volta Redonda.




FICHA TÉCNICA
DUQUE DE CAXIAS 0 X 0 FLUMINENSE
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data: 23 de março de 2013, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Grazianni Rocha
Assistentes: Wagner Santos e Jackson dos Santos
Renda: R$ 17.605,00
Público: 1.288 pagantes
Cartões amarelos: Sérgio Raphael, Dudu e Lucas (Duque de Caxias) e Diguinho (Fluminense)
DUQUE DE CAXIAS: Fernando, Paulão, Iago e Sérgio Raphael; Dudu, Renan Silva, Lucas, André Gomes (Digão), Otávio (Rafinha) e Antonio Carlos; Charles Chad (João Carlos)
Técnico: Mário Marques
FLUMINENSE: Ricardo Berna, Wallace (Felipe), Leandro Euzébio, Gum e Carlinhos; Edinho (Rhayner), Diguinho, Wágner e Deco; Wellington Nem e Samuel (Rafael Sobis)
Técnico: Abel Braga

Juninho e Paulo Ruy falam do sucesso dos goleiros do Bangu


"Preparadores são grande pilar para boa fase de Getúlio Vargas e Thiago Leal no Bangu"
Getúlio é um dos destaques do Carioca (foto: Divulgação)
Getúlio é um dos destaques do Carioca (foto: Divulgação)
Dizem que todo bom time começa com um grande goleiro. No Bangu a história é verdadeira. Se levarmos em conta apenas os jogos das fases classificatórias dos turnos, o Alvirrubro tem a segunda melhor defesa do Campeonato Carioca junto com o Botafogo com sete gols sofridos perdendo apenas para o Flamengo que sofreu seis. Mas se incluirmos as partidas das semifinais e final da Taça Guanabara, o time da Zona Oeste lidera a estatística de melhor defesa com o Alvinegro.
Isso se passa muito pelas mãos de Getúlio Vargas que vem fazendo um grande campeonato e sofreu apenas seis gols na competição. O outro gol sofrido pela equipe foi com Thiago Leal na derrota para o Quissamã por 1 a 0, mas apesar do revés, o goleiro reserva teve boa atuação na partida. Hoje no banco, Thiago foi um dos destaques do Bangu no vice campeonato da Copa Rio do ano passado. Outro arqueiro que também chamou a atenção em um jogo treino contra o America foi Fernando que é formado no cube e fez defesas milagrosas contra o Diabo.
Entretanto, muitas pessoas não conhecem os profissionais por trás dos goleiros. No Bangu, quem ajuda Getúlio Vargas, Thiago Leal, Fernando, entre outros jovens são os preparadores Juninho e Paulo Ruy.
Paulo Ruy chegou ao Alvirrubro através do convênio que o clube tem com o Botafogo. Ele ficará no Bangu até o fim do Campeonato Carioca e retornará ao Alvinegro ao fim da competição. Com quatro meses em Moça Bonita, Paulo está muito satisfeito com os goleiros.
Juninho chegou ao Bangu em 2008 para trabalhar nas categorias de base. Após ser campeão nos juniores, o treinador de goleiros foi auxiliar na comissão técnica de Roy e Jorge Lourenço. Recebeu a oportunidade de ser o preparador de goleiros do time profissional na Copa Rio de 2011 e nos dois últimos anos o trabalho tem rendido bons frutos ao Alvirrubro.
Os dois treinadores de goleiros afirmaram que o trabalho vem dando certo por causa da qualidade técnica dos atletas.
– O trabalho está sendo bem feito, pois os goleiros têm muita qualidade e isso é muito importante. O entrosamento entre o Juninho, eu e os atletas está perfeito. Todos têm uma grande qualidade técnica – disse Paulo Ruy.
– Todos os goleiros têm muita qualidade. O Fernando é formado no clube, trabalha comigo desde 2008 e a chegada do Getúlio Vargas e do Thiago Leal fortaleceu a qualidade dos goleiros do Bangu e a nossa safra é excelente e por isso estamos fazendo uma grande campanha – afirmou Juninho
Paulo Ruy lembrou que grandes clubes estão contratando dois treinadores de goleiros e elogiou a atitude da diretoria do Bangu.
– A atitude da diretoria do Bangu de ter dois preparadores de goleiros foi excelente. No Vasco, por exemplo, são dois preparadores e isso ajuda bastante nos treinamentos – ressaltou o treinador de goleiros.
Com passagens pelas categorias de base do Alvirrubro, Juninho se mostrou atento com os novos talentos do clube e revelou que jovens goleiros com muita qualidade estão se destacando no Bangu.
– Além do Fernando que já está incorporado aos profissionais desde o ano passado, temos o Paulo Junior que já vem treinando no time de cima, mas é o titular dos juniores. O Bruno, Ornelas e Matheus são outros goleiros que terão um ótimo futuro no clube – comentou Juninho.
Getúlio Vargas, titular da equipe elogiou muito a dupla de preparadores e disse que sua boa fase passa pelo trabalho deles.
– O Paulo Ruy dispensa qualquer apresentação. Muitos anos de Botafogo. Sou amigo do Wagner (goleiro que atuou por vários anos no Alvinegro e foi Campeão Brasileiro em 1995) e ele é como se fosse filho do Paulo. O Wagner me passou as melhores referências e quando cheguei sabia que ia dar certo. Ele tem uma leitura do jogo perfeita para os goleiros e está sendo um prêmio trabalhar com ele. O Juninho não tem a experiência do Paulo, entretanto chega sempre disposto a trabalhar e nos passa ótimas orientações. Ele está a mais tempo no clube e sabe lidar com todos os goleiros não importa quem ele seja. Foi um casamento que deu muito certo e o Bangu é que ganha com isso – afirmou o camisa um do Alvirrubro.
O Bangu tentará se manter como a defesa menos vazada da competição neste sábado (23). O Alvirrubro encara o Audax em Moça Bonita às 16h com transmissão ao vivo da Rádio FutRio.

Fonte: FutRio

sexta-feira, 22 de março de 2013

Paulo Autuori é o novo técnico do Vasco

Paulo Autuori será o novo técnico do Vasco

Após a demissão de Gaúcho, em menos de 2 dias, o time cruz-maltino já tem um novo treinador: Paulo Autuori. Experiente, já teve passagens por várias equipes brasileiras como: Flamengo, Botafogo, Grêmio  Cruzeiro, Santos, Internacional, entre outros. Após quatro anos no Qatar, o novo técnico chega com a difícil missão de tirar o Vasco desta crise. A diretoria do Vasco decidiu que irá permanecer com o Ricardo Gomes, como diretor técnico. Paulo Autuori tem 56 anos e a apresentação oficial acontecerá neste sábado, em São Januário. Ele chegará ao Rio com o auxiliar técnico Renê Weber e com o preparador físico Gilvan Santos.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Vasco perde para o Nova Iguaçu e Gaúcho é demitido

Vasco entrou em campo hoje precisando muito da vitória. Vindo de uma derrota para o Volta Redonda, precisava vencer a qualquer custo para não se complicar de vez na competição. Mas a fase não é boa, o time perdeu de 2 a 0 com dois belos gols de Léo Salino e decretou a saída do técnico Gaúcho. O nome de Cristóvão Borges é o mais cotado no momento. Dorival Jr, Paulo Autouri  e até Ney Franco, que não vive momento bom no São Paulo, também são as opções.

Goleiro Alessandro sem ação no momento do gol

Jogadores comemoram o gol do Nova Iguaçu


Gaúcho deixa o cargo após 3 derrotas seguidas

No primeiro tempo, o Vasco começou nervoso, errando passes e o Nova Iguaçu com boa posse de bola, porém não conseguindo entrar na defesa vascaína. A primeira oportunidade de gol foi com a equipe cruz-maltina logo aos 8 minutos em um passe de Darkson, Eder Luis quase conseguiu driblar o goleiro, e depois aos 10 minutos, quando tentou tocar por cima do goleiro. Foram duas boas chances do Vasco em 10 minutos de jogo. O Nova Iguaçu respondeu aos 13 minutos com uma cabeçada do meia Tiago, para uma grande defesa de Alessandro. Mesmo sem organização, o Vasco chegava com perigo. Só que o Nova Iguaçu foi se aproveitando das falhas do setor defensivo da equipe vascaína e chegou ao gol aos 42 minutos com o Léo Salino, após boa jogada pela esquerda e ajeitada de Maicon, fazendo 1 a 0 e complicando a vida do Vasco para a etapa final.

No segundo tempo, o técnico Gaúcho promoveu as entradas de Elsinho e Bernardo nas vagas de Nei e Eder Luis, respectivamente. Logo aos 3 minutos, um lance polêmico. O zagueiro vascaíno André Ribeiro cabeceia e a bola toca no braço do zagueiro Silvio, do Nova Iguaçu, o arbitro acabou não interpretando como pênalti, sendo que antes disso, o zagueiro vascaíno puxa a camisa do adversário. Com as substituições o time cruz-maltino ficou mais ofensivo, porém errava muitos passes e com a pressão da torcida acabaram deixando o time do Vasco nervoso em campo. Nervosismo que a equipe da Baixada Fluminense não soube aproveitar. Então, o técnico Gaúcho promoveu a entrada de Marlone na vaga de Pedro Ken, deixando a equipe mais ofensiva. O menino entrou bem, jogando pelos lados, conseguia por velocidade no ataque, mas não conseguia entrar na defesa bem postada do Nova Iguaçu. Só que aos 41 minutos, veio o castigo, Léo Salino, em noite inspirada, coloca a bola no ângulo do goleiro Alessandro fazendo 2 a 0 e decretando a crise no Vasco.




FICHA TÉCNICA
NOVA IGUAÇU 2 X 0 VASCO
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data: 20 de março de 2013 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Cavaleiro (RJ)
Assistentes: André Silveira (RJ) e Thiago Farinha (RJ)
Cartões amarelos: Silvio, Maycon, Sylvestre, Léo Salino, Jeferson e Marcelinho (Nova Iguaçu); Romário (Vasco)
GOLS: NOVA IGUAÇU: Léo Salino, aos 42 minutos do primeiro tempo e aos 41 minutos do segundo tempo
NOVA IGUAÇU: Jefferson, Marcelinho, Leonardo, Sílvio e Uallace; Filipe, Léo Salino, Rodrigo Souza (Luan) e Tiago Corrêa; Glauber (Mossoró) e Maycon (Sylvestre)
Técnico: Leonardo Condé
VASCO: Alessandro, Nei (Elsinho), André Ribeiro, Renato Silva e Wendel; Sandro Silva, Pedro Ken, Dakson e Carlos Alberto; Eder Luis (Bernardo) e Romário
Técnico: Gaúcho

domingo, 17 de março de 2013

Em tarde pouco inspirada, Vasco perde para o Volta Redonda

Na tarde deste domingo em São Januário, o Vasco estreou contra o Volta Redonda pela primeira rodada da Taça Rio. A equipe comandada pelo técnico Gaúcho entrou com algumas modificações em relação aquele que foi vice-campeão da Taça Guanabara, uma das mudanças era a entrada de Romário no time como homem de referência no lugar de Bernardo que teve de esquentar o banco de reservas.

A partida começou e quem criou a primeira boa oportunidade foi o Vasco, logo aos 3' em cobrança de falta Dakson bateu bem e o goleiro Gatti defendeu espalmando para escanteio. O Voltaço respondeu pouco depois, em jogada de velocidade pelo lado esquerdo e um cruzamento rasteiro para a área, o atacante Frontini escorou a bola que bateu na trave, assustando a torcida Vascaína! Este lance seria um prenuncio do que iria acontecer pouco tempo depois, aos 11 minutos em cobrança de escanteio, o zagueiro André Alves subiu e cabeceou para o fundo das redes marcando 1 a 0 para o Volta Redonda!


Jogadores do Voltaço comemoram o gol de André Alves

Com o gol sofrido, o Vasco teve que sair ainda mais para o jogo e criou boas oportunidades para empatar o jogo, como aconteceu aos 19' numa bola em que Dakson foi cruzar para a área, mas acabou tendo quase a direção do gol e explodiu no travessão. A equipe de Volta Redonda ainda respondeu uma vez com Frontini aos 30', quando ele deu uma arrancada pelo lado esquerdo e chutou forte no canto direito de Alessandro que fez ótima defesa.
O Vasco pressionou bastante, obrigando o goleiro Gatti a fazer grandes defesas em chutes de Dakson e Carlos Alberto, além  de uma cabeçada forte de Pedro Ken que também foi muito bem defendida pelo goleiro do Volta Redonda. E sem mais delongas aos 46' o árbitro encerrou o 1° tempo da partida.

Na etapa final, precisando da vitória o Vasco se lança quase que inteiro ao ataque e desde o primeiro minuto do segundo tempo passa a pressionar o adversário que se segurava como podia lá atrás. As principais chegadas do time vascaíno no segundo tempo vinham pelo lado direito com Eder Luis, que logo com 1 minuto bateu uma bola cruzada e quase empatou o jogo para o time de São Januário. Dois minutos mais tarde em jogada pelo lado direito, a zaga cortou mal e a bola sobrou afeição para Wendel que chutou forte, a bola raspou a trave direita da meta defendida por Gatti para desespero da torcida vascaína.


Eder Luís a ponto de chutar cruzado para fora

O tempo ia passando e nada do Vasco conseguir o empate, apesar da enorme pressão exercida pela equipe sobre o adversário. As oportunidades seguiam aparecendo e aos montes! Aos 20' Eder Luís recebeu lançamento longo na ponta-direita, o camisa 7 dominou a bola e rolou para Bernardo chegar batendo de primeira na bola que passou perto do gol do Volta Redonda mais uma vez. Mal dava tempo de respirar e lá estava o Vasco de novo no ataque, aos 23' Eder Luís passou para Carlos Alberto, que limpou a marcação e chutou forte para a bela defesa de Gatti, na sequencia do lance a zaga cortou para escanteio. 
Daí para o final o Vasco seguiu no ataque, mas com o time já desgastado fisicamente ficou difícil se quer empatar o jogo, e assim terminou a partida com uma derrota amarga em casa pelo placar mínimo de 0 x 1 para o Volta Redonda.



Ficha Técnica:

Vasco 0×1 Volta Redonda – Taça Rio, 1ª rodada – 17/03/2013

Estádio São Januário (Rio de Janeiro-RJ)

Árbitro: João Batista de Arruda
Assistentes: Lilian da Silva Fernandes Bruno e Andréa Izaura Marcelino de Sá

Vasco: Alessandro; Nei, Dedé, Renato Silva e Wendel (Marlone, 31′/2T); Sandro Silva, Dakson (Bernardo, 13′/2T), Pedro Ken (Yotún, intervalo) e Carlos Alberto; Eder Luis e Romário. Técnico: Gaúcho.

Volta Redonda: Gatti; Lorran, Leonardo Luiz, André Alves e Da Silva; Bruno Barra, Zé Augusto (Fernando, 35′/2T), Rafael Granja e Marcelo Régis (Geraldo, 40′/2T); Léo Andrade (Sassá, 9′/2T) e Frontini. Técnico: Cairo Lima.

Cartões amarelos: Sandro Silva (VAS); Leonardo Luiz, Da Silva (VOL)

Gol: André Alves 12′/1ºT (0-1)

Público: 2.279 pagantes
Renda: R$ 43.290,00

Wellington Nem garante vitória do Flu diante do Audax

O Fluminense na noite deste domingo de forte chuva no Engenhão fez a sua estreia na Taça Rio e conseguiu vencer com dificuldades, a equipe do Audax. O Tricolor não vencia no estadio havia seis jogos e o atacante Rhayner completou hoje 80 jogos sem marcar um gol.

Wellington Nem, ao centro, comemorando seu gol

Rhayner completou 80 jogos sem marcar

No primeiro tempo, o Fluminense começou bem, marcando bem e obrigando a equipe do Audax errar passes. A primeira chance veio logo aos 6 minutos, em um bate e rebate na areá, o atacante Fred chutou em cima do goleiro Rafael. O atacante teve outra chance, 1 minutos depois, após passe de Wagner, Fred recebeu na direita e chutou cruzado, a bola saiu sem perigo. O Flu diminuiu o ritmo, e o Audax equilibrou a partida. Chegou com perigo aos 19 minutos, em um contra-ataque, que termina na finalização de Camacho, desviado por Jean e saindo. O time visitante começou a gostar da partida, com a chuva apertando, o Flu parou de jogar e viu o Audax criar duas chances claras de gol. A primeira, aos 35 minutos com Hyuri e Denílson  fazendo o goleiro Diego Cavalieri a fazer ótimas defesas. E a outra aos 36, novamente com o Hyuri que invadiu a área e caiu, o atacante reclamou de pênalti mas o juiz mandou seguir o jogo. Primeira etapa terminou 0 a 0.

No segundo tempo, assim como o primeiro, o Fluminense começou pressionando. A primeira chance apareceu logo aos 2 minutos em um chutaço de Jean, a bola estourou no travessão. O gol saiu 5 minutos depois. Edinho faz um lindo passe para Bruno, que toca para Wellington Nem fazer 1 a 0 e dar mais tranquilidade para o Flu no segundo tempo. Como de costume, o Flu fez o gol e diminuiu o ritmo, o Audax teve a chance de empatar aos 23 minutos, e Cavalieri novamente apareceu bem. O Tricolor respondeu aos 28, em um cruzamento de Wellington Nem na esquerda, Wagner chutou na trave e na sobra, o zagueiro Leandro Euzébio perdeu um gol inacreditável, chutando novamente na trave com o gol vazio. O Abel promoveu as entradas de Felipe e Rafael Sóbis, nas vagas de Wagner e Rhayer, que já estavam cansados. O Fluminense soube bem segurar o resultado e o Audax ainda teve o zagueiro Fabiano Eller expulso por reclamação, após fazer falta em Fred. Fim de jogo e vitória suada no Engenhão.




FICHA TÉCNICA 
FLUMINENSE 1 X 0 AUDAX
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de março de 2013, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Antônio Frederico de Carvalho Schneider (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés e Ediney Guerreiro Mascarenhas (ambos do RJ)
Público: 4,735 presentes
Renda: R$ 38.630,00
Cartões amarelos: Carlinhos e Wellington Nem (Fluminense); Denílson e Camacho (Audax)
Cartão vermelho: Fabiano Eller (Audax)
GOL - FLUMINENSE: Wellington Nem, aos 7min do segundo tempo
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno (Wallace), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Rhayner (Rafael Sóbis) e Wagner (Felipe); Wellington Nem e Fred
Técnico: Abel Braga
AUDAX: Rafael Sandes; Adriano, Anderson Luis, Fabiano Eller e Diego Maia; Andrade, Leandro Bomfim (Wellington) e Camacho; Hyuri (Bruno Andrade), Rômulo (André) e Denilson
Técnico: Maurício Barbieri